Judite Canha Fernandes
Judite Canha Fernandes, Funchal, 1971, é escritora e dramaturga. Publicou poesia, romance, novela, conto, e literatura infanto-juvenil. Entre outros prémios e menções especiais do júri, o livro de poesia o mais difícil do capitalismo é encontrar o sítio onde pôr as bombas foi semifinalista no Prémio Oceanos em 2018. O seu romance de estreia Um passo para sul foi Prémio Agustina Bessa Luís em 2018, foi nomeado para melhor livro de ficção narrativa em 2019 pela Sociedade Portuguesa de Autores, foi semifinalista do Prémio Oceanos em 2020 e faz parte do Plano Nacional de Leitura 2020-2027. A Lista da Mercearia (Urutau, 2021) foi menção especial do júri no Prémio Literário Ferreira de Castro em 2021. O Mel sem Abelhas, sua novela em fase de publicação, foi Prémio Literário Edmundo Bettencourt em 2024.
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Publicada em diversas antologias, tem publicações em revistas literárias na Alemanha, Brasil, Itália, Espanha e Portugal, e tem textos traduzidos para Alemão, Espanhol, Francês, Italiano e Inglês. Carta de um vulcão para o Mundo foi transformado em curta-metragem pelo realizador Gonçalo Tocha. A peça para a infância Queres fazer um barco comigo? está disponível na RTP-Play, dramatizada por Um Coletivo, e outros textos seus são base cinematográfica de filmes de Vânia Lima (Brasil), e Renata Pires-Sola (Brasil-França). É uma das 31 mulheres retratadas em Mulheres do meu País – Século XXI, da jornalista Cidália Vargas e da fotógrafa Margarida Pereira Muller. A Lista da Mercearia inspirou o filme “Pode separar-se uma artista do seu coração?”de Catarina Fernandes, realizado por Renata Pires-Sola. Textos seus estiveram em cena na Casa da Música, Fábrica das Artes - Centro Cultural de Belém, A Comuna, Teatro Dona Maria II, Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Teatro Municipal de Bragança, entre outros. A sua obra já foi adaptada para cinema, rádio e composição musical, e é objeto de investigação em várias universidades.

Membro honorário
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